09:55
| Postado por
Ane
Os dias foram passando, Bia fazia falta, mas era aliviador não ter as neuras dela por perto.
Duda e Mily até podiam conversar sobre suas histórias de amor entre uma ligação e outra do trabalho. Elas não eram as mais sortudas com isso, aliás, ja haviam passado por muitas coisas.
Duda havia namorado um rapaz chamado Luciano, namoraram por muito tempo. Mas ele era possessivo demais. Ele a via todos os dias, e quando ela queria folga dele, Luciano dizia:
-Você é minha namorada e não minha dentista. E tenho o direito de te ver quando eu quiser. Desde quando tenho que agendar horário? Virou consulta médica essa budega?
Luciano trabalhava no hotel mais caro de São Paulo. Uma vez, há muito tempo, ele havia alugado a suíte mais cara de lá, só para ficar com Duda por uma noite, que era o que ele conseguiria pagar com muito esforço. Investiu o salário todo acreditando ter uma noite de amor com Duda. Mas ela desistiu no dia, pois foi quando ele contou a surpresa. Duda era virgem.
Mas Luciano sempre a amou, e estava disposto a esperar o quanto fosse necessário. Ele a presenteava com coisas tolas e caras. Duda era moça simples, recatada. Cabelos enrolados naturais, pele parda. Olhos negros. Era alta, corpo normal, não era gorda nem magra, como diziam os caminhoneiros: "tinha onde pegar". Era uma católica praticante, por isso era uma pessoa reservada e meiga. Sempre acreditava no lado bom das pessoas. Até praticava varias obras de caridade. Mily se orgulhava da amiga que tinha conquistado. Pois eram opostos.
Mily adorava gastar dinheiro com futilidades, coisas que nunca usou. Mily era esperta, ágil. Tinha cabelos loiros naturais, pele muito branca, olhos verdes de lente. Mas tinha um bom coração. Era ateia.
Ela também havia passado por situações complicadas e dificeis de sair.
O caso com Edson, um antigo ficante (amigo colorido). Ela era apaixonada por ele. Vivia na esperança de um pedido de namoro a qualquer momento, já que saiam juntos há mais de seis meses. Na vespéra do ultimo natal, antes mesmo dela entrar nas confusões do atual emprego, ele a convidou para um café na Avenida Paulista, na cafeteria Starbucks. E, ao som de Jingle Bells cantado numa voz angelical, Edson pagou o que ela queria, Frappuccino e alguns pães de queijo. Sentaram-se num canto aconchegante. Ele colocou a mão na perna de Mily carinhosamente, afagou e disse:
- Mily, você é linda, maravilhosa, legal, perfeita, e acima de tudo, gostosa, somos muito amigos...
Mily sentiu o coração parar por um instante, havia sonhado com aquele momento.
Edson prosseguiu:
-Adoro ficar com você, mas acho que você é demais para mim. Conheci uma pessoa não tão perfeita quanto você, acho melhor não te ver mais.
Ela ficou muda, simplesmente, levantou e morreu! Brincadeirinha!Mas ela foi embora. Óbvio!
Mily se lembrava daquele fato com certa tristeza.Tristeza porque gostava de Edson, e das mordomias do "relacionamento" com ele.
E o dia todo dentro da empresa foi de recordações de um passado sem sorte, como se no presente houvesse algo feliz e oportuno, só que ao contrário.
Duda e Mily até podiam conversar sobre suas histórias de amor entre uma ligação e outra do trabalho. Elas não eram as mais sortudas com isso, aliás, ja haviam passado por muitas coisas.
Duda havia namorado um rapaz chamado Luciano, namoraram por muito tempo. Mas ele era possessivo demais. Ele a via todos os dias, e quando ela queria folga dele, Luciano dizia:
-Você é minha namorada e não minha dentista. E tenho o direito de te ver quando eu quiser. Desde quando tenho que agendar horário? Virou consulta médica essa budega?
Luciano trabalhava no hotel mais caro de São Paulo. Uma vez, há muito tempo, ele havia alugado a suíte mais cara de lá, só para ficar com Duda por uma noite, que era o que ele conseguiria pagar com muito esforço. Investiu o salário todo acreditando ter uma noite de amor com Duda. Mas ela desistiu no dia, pois foi quando ele contou a surpresa. Duda era virgem.
Mas Luciano sempre a amou, e estava disposto a esperar o quanto fosse necessário. Ele a presenteava com coisas tolas e caras. Duda era moça simples, recatada. Cabelos enrolados naturais, pele parda. Olhos negros. Era alta, corpo normal, não era gorda nem magra, como diziam os caminhoneiros: "tinha onde pegar". Era uma católica praticante, por isso era uma pessoa reservada e meiga. Sempre acreditava no lado bom das pessoas. Até praticava varias obras de caridade. Mily se orgulhava da amiga que tinha conquistado. Pois eram opostos.
Mily adorava gastar dinheiro com futilidades, coisas que nunca usou. Mily era esperta, ágil. Tinha cabelos loiros naturais, pele muito branca, olhos verdes de lente. Mas tinha um bom coração. Era ateia.
Ela também havia passado por situações complicadas e dificeis de sair.
O caso com Edson, um antigo ficante (amigo colorido). Ela era apaixonada por ele. Vivia na esperança de um pedido de namoro a qualquer momento, já que saiam juntos há mais de seis meses. Na vespéra do ultimo natal, antes mesmo dela entrar nas confusões do atual emprego, ele a convidou para um café na Avenida Paulista, na cafeteria Starbucks. E, ao som de Jingle Bells cantado numa voz angelical, Edson pagou o que ela queria, Frappuccino e alguns pães de queijo. Sentaram-se num canto aconchegante. Ele colocou a mão na perna de Mily carinhosamente, afagou e disse:
- Mily, você é linda, maravilhosa, legal, perfeita, e acima de tudo, gostosa, somos muito amigos...
Mily sentiu o coração parar por um instante, havia sonhado com aquele momento.
Edson prosseguiu:
-Adoro ficar com você, mas acho que você é demais para mim. Conheci uma pessoa não tão perfeita quanto você, acho melhor não te ver mais.
Ela ficou muda, simplesmente, levantou e morreu! Brincadeirinha!Mas ela foi embora. Óbvio!
Mily se lembrava daquele fato com certa tristeza.Tristeza porque gostava de Edson, e das mordomias do "relacionamento" com ele.
E o dia todo dentro da empresa foi de recordações de um passado sem sorte, como se no presente houvesse algo feliz e oportuno, só que ao contrário.
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